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VOLTA ÀS AULAS: Rede privada de Lauro de Freitas retoma as atividades escolares, no formato híbrido

Redação Vilas Magazine - Em 01/08/2021

Em julho voltamos a presenciar um movimento ausente das ruas de Lauro de Freitas desde março do ano passado. Com a divulgação do decreto municipal nº 4834, desde o dia 12 de julho está autorizado o retorno das atividades escolares da rede privada de ensino, no formato híbrido, respeitada a ocupação máxima de 50% das salas de aula e demais ambientes de uso dos estudantes e profissionais da educação.

Levantamento realizado pela Vilas Magazine identificou que parte das unidades retornou às atividades de imediato, sendo que outra parte esperou por mais uma semana, período em que foram realizadas visitas presenciais para adaptação das crianças e adolescentes aos protocolos de segurança. Na rede municipal, ficou estabelecido prazo de 15 dias, a partir da vigência do Decreto nº 4.853 (9/7/2021), para a apresentação do protocolo sanitário a ser utilizado quando ocorrer a retomada das aulas, em regime híbrido, nas escolas.

Para os estudantes da rede estadual o retorno, para os alunos do Ensino Médio, estava programado para o dia 26 de julho, também no formato híbrido. O que se viu no primeiro dia de aulas, foi um movimento tímido de alunos, mas principalmente dos professores. Alguns alunos chegaram a relatar que mesmo estando presencialmente na escola, as aulas continuavam acontecendo de forma remota, devido a ausência do professor.

É que, apesar da decisão do governo estadual, ainda se mantém o impasse com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), que mantém o posicionamento definido em assembleia, de que os professores só retornem às salas de aula quando se completar o ciclo de imunização de toda a classe esteja concluído, com a aplicação
das 1ª e 2ª doses da vacina.

POSICIONAMENTO FEDERAL
Em pronunciamento, em rede nacional de rádio e televisão, em 20 de julho, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, defendeu que alunos e profissionais da área voltem às aulas presenciais o quanto antes, ressaltando os impactos negativos para as crianças e adolescentes de se prolongar, ainda mais, o afastamento das escolas. O ministro também culpou estados e municípios pelo fechamento das escolas, reforçando que o governo federal não tem poder de decisão sobre o tema. O Brasil está entre os países com maior tempo sem aulas presenciais, em média, 279 dias de suspensão de aulas presenciais durante o ano letivo. O índice é superior a outros 12 países citados no relatório, como Índia, com média de 235 dias, e os vizinhos Chile e Argentina, ambos com 199 dias.
 

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